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BALANÇA O BALANÇO DA ETERNA INFÂNCIA

Balançam as folhas,
conforme os ventos; 

Balançam as horas,
tecendo os tempos;

Balançam as lembranças,
rimando os sentimentos;

Balança o balanço,
da eterna infância. 


(Poema publicado na "Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - volume 135"  - CBJE / abril 2016; p. 29 )
Gabriel Joerke
Enviado por Gabriel Joerke em 06/05/2016
Alterado em 23/06/2016
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